Este sou eu,
agora e sempre
rodeado pelas sombras de meu passado
mais um, sem nome,
envolto em trevas
e sem sequer uma gota de compaixão.
Este sou eu,
um desalmado;
que naum possue sequer uma pedra no lugar do coração.
Se tenho força para vagar constante,
em busca de uma força que me guia,
é porque busco inssessante,
um rumo para guiar-me a ti.
Para que ao olhar no fundo dos seus olhos,
enxergar as profundezas de tua alma
e despertar cada um dos seus mais ocultos desejos.
Eu possa olhar em tua face,
e antes de entregar-me ao eterno véu da morte,
eu possa sorrir ao menos uma vez em minha vida,
e pedir-lhe que antes de entregar-me aos braços da morte,
ao menos uma vez,toque-me com seu amor e revele-me quem eu sou realmente
marcadores
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
IMPERFEIÇÃO
O som do vento era perfeito
A chuva era perfeita
O sol era perfeito
Minha mente era perfeita
Não fosse a maldição
Andar na rua era perfeito
Meu riso era perfeito
A noite era perfeita
Os olhares eram perfeitos
Não fosse a maldição
O dia poderia ser perfeito
Os sons eram perfeitos
A terra era perfeita
Se não fosse a maldita maldição
A mentira é perfeita
A verdade imperfeição
A tristeza é perfeita
Alegria imperfeição
E a infame maldição
Querer era perfeito
Nunca ter, imperfeição
Maldição
Humano é o maldito
Gente, maldição
Se eu fosse formiga Perfeição
Eu sou humana Maldição.
A chuva era perfeita
O sol era perfeito
Minha mente era perfeita
Não fosse a maldição
Andar na rua era perfeito
Meu riso era perfeito
A noite era perfeita
Os olhares eram perfeitos
Não fosse a maldição
O dia poderia ser perfeito
Os sons eram perfeitos
A terra era perfeita
Se não fosse a maldita maldição
A mentira é perfeita
A verdade imperfeição
A tristeza é perfeita
Alegria imperfeição
E a infame maldição
Querer era perfeito
Nunca ter, imperfeição
Maldição
Humano é o maldito
Gente, maldição
Se eu fosse formiga Perfeição
Eu sou humana Maldição.
SEM SENTIMENTOS.
E ele joga os dados
brinca serelepe entre sarças
sarças que moldam o seu berço
come o medo, devora o ódio
joga os dados sem tomar tento
Joga os dados e vê no que dá
pega os peões e começa a andar
um jogo de ódio, rancores no lar
odiosas gargalhadas soltas no ar
Pequeno ser maldito, com o destino, a brincar
toma de arrombo almas de corpos a putrefar
Se da morte és novo avatar secular
Parece que os homens ainda hão de matar
E segue assim a jogar dados
pequena criança, demônio infernal
corre serelepe entre secas sarças
brinca com o ódio de um mundo banal
brinca serelepe entre sarças
sarças que moldam o seu berço
come o medo, devora o ódio
joga os dados sem tomar tento
Joga os dados e vê no que dá
pega os peões e começa a andar
um jogo de ódio, rancores no lar
odiosas gargalhadas soltas no ar
Pequeno ser maldito, com o destino, a brincar
toma de arrombo almas de corpos a putrefar
Se da morte és novo avatar secular
Parece que os homens ainda hão de matar
E segue assim a jogar dados
pequena criança, demônio infernal
corre serelepe entre secas sarças
brinca com o ódio de um mundo banal
DOR DE UM POEMA
Consigo buscar lá no fundo de minha alma,
Toda minha tristeza em um só lugar.
Lembranças contínuas.
Contínuos medos.
Medos passados.
Passados negros.
Me despedaçam por dentro.
Dilatam meus sentimentos bons.
Pequenos, mas valiosos.
Sombrios, e prisioneiros.
Amo minha solidão.
Com ela expresso meus lamentos.
Mas com ela tenho o meu vazio.
Com ela transformo meus sentimentos em poesia.
Meu medo de ser sempre sozinho.
Meu medo de nunca aprender a amar.
Expresso-lhes em pequena folha de papel.
Toda minha tristeza em um só lugar.
Lembranças contínuas.
Contínuos medos.
Medos passados.
Passados negros.
Me despedaçam por dentro.
Dilatam meus sentimentos bons.
Pequenos, mas valiosos.
Sombrios, e prisioneiros.
Amo minha solidão.
Com ela expresso meus lamentos.
Mas com ela tenho o meu vazio.
Com ela transformo meus sentimentos em poesia.
Meu medo de ser sempre sozinho.
Meu medo de nunca aprender a amar.
Expresso-lhes em pequena folha de papel.
DIAS SOMBRIOS.
Como voltar alegre ao meu labor
Se não tenho a vantagem da dormida?
Se o dia tem na noite um opressor,
E a noite pelo dia é oprimida?
Mesmo inimigos ambos se mostrando,
Os dois se unem pra me torturar;
Por meu labor de ti só me afastar.
Que tu brilhas por ele eu digo ao dia,
E o alegras, se o céu fica nublado.
Mas bajulo da noite a tez sombria:
Sem astros, tu lhe dás teu tom dourado.
Mas os dias só trazem dissabores,
E as noites fortalecem minhas dores.
Se não tenho a vantagem da dormida?
Se o dia tem na noite um opressor,
E a noite pelo dia é oprimida?
Mesmo inimigos ambos se mostrando,
Os dois se unem pra me torturar;
Por meu labor de ti só me afastar.
Que tu brilhas por ele eu digo ao dia,
E o alegras, se o céu fica nublado.
Mas bajulo da noite a tez sombria:
Sem astros, tu lhe dás teu tom dourado.
Mas os dias só trazem dissabores,
E as noites fortalecem minhas dores.
LEMBRANÇAS
as vezes as lembranças
doem na alma as vezes
elas sao dor orror e
desgosto
magoas coisas passadas
ocultas e obiscuras
coisas enfrentadas
as vezes ne podem ser curadas
porque sao muito
maltratadas
vida as vezes fria sem sentido vazia
sem a maior perceberança
as vezes sem confiança
vida de cao as vezes paresce
uma maldiçao que vem da
escuridao enchendo-nos
ilusao que vem da escuridao tem que aver
soluçao.
formando a solidao
vida maltratos e
desperdicios sem compreençao
so a destruiçao
viver e ver pra acontecer a compreender
saber vencer e entender
sinta a vida o vento batendo-o em seu
rosto a liberdade
e coisas passadas as vezes nao
nao encontradas mas que ianda serao
libertadas.
doem na alma as vezes
elas sao dor orror e
desgosto
magoas coisas passadas
ocultas e obiscuras
coisas enfrentadas
as vezes ne podem ser curadas
porque sao muito
maltratadas
vida as vezes fria sem sentido vazia
sem a maior perceberança
as vezes sem confiança
vida de cao as vezes paresce
uma maldiçao que vem da
escuridao enchendo-nos
ilusao que vem da escuridao tem que aver
soluçao.
formando a solidao
vida maltratos e
desperdicios sem compreençao
so a destruiçao
viver e ver pra acontecer a compreender
saber vencer e entender
sinta a vida o vento batendo-o em seu
rosto a liberdade
e coisas passadas as vezes nao
nao encontradas mas que ianda serao
libertadas.
OUTRA MNHÃ
Outra manhã,
espero um outro dia,
uma noite sã,
e eu sou quem não queria...
O céu nublado esconde o céu azul,
que encobre a estrela que cobre o corpo nu,
corpo fechado aberto pra viver,
sem saber onde, quando e porquê?
Estou tão calmo espero o carnaval passar
longe de mim,
estou descalço meu chão se inclinou assim...
Sigo um caminho racional,
espero o tempo me dizer, se ainda há tempo pra perder,
espero a chuva me molhar,
espero o vento me secar,
espero o dia terminar,
pra me recompor, pra dizer que passou!
espero um outro dia,
uma noite sã,
e eu sou quem não queria...
O céu nublado esconde o céu azul,
que encobre a estrela que cobre o corpo nu,
corpo fechado aberto pra viver,
sem saber onde, quando e porquê?
Estou tão calmo espero o carnaval passar
longe de mim,
estou descalço meu chão se inclinou assim...
Sigo um caminho racional,
espero o tempo me dizer, se ainda há tempo pra perder,
espero a chuva me molhar,
espero o vento me secar,
espero o dia terminar,
pra me recompor, pra dizer que passou!
Assinar:
Postagens (Atom)

