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quarta-feira, 1 de abril de 2009

fantasmas

Fantasma que assombra a mente…
fantasma que assola o inconsciente
sobrevoando sem piedade...

Rodeando os pensamentos.

Fantasma do passado,
do medo e do pecado

Fantasma da ilusão....
faz de mim um andarilho da noite,
morador da solidão.

Consumindo minha paz, atormentando,
acorrentando minha mente…

fantasma do inconsciente,
afaste-se...
liberte-me de suas lembranças,
de sua presença dentro de mim,

eu te nego, te exorcizo,
expulso-te de mim.

Fantasma que assola o inconsciente ,
encontre sua luz...
fora de minha mente…encrave sua cruz

prisão

Estou muda, muda porque nãoa consigo
Lhe dizer o que sinto.
Sofro! Constantimente nessa prisão,
Prisão que eu sei a saída
Mas não tenho forças para chegar até lá...
Um momento triste por um ato infalso,
Uma observação de um momento trágico.
Estou vazia e triste.
Me distanciei não consigo voltar
Porque fui longe demais...
Não posso mais controlar
Essas lágrimas que escorrem no meu rosto,
E nem o arrependimento que toca meu coração.
Choro porque não consigo mudar.
Choro porque não consigo lutar.
Choro porque não tenho ninguém para me fazer sorrir.

último suspiro

Olhe só a lágrima escorrendo.

Em melancolia balbucia,

Com dor cruel que serpenteia;

Despede-se quase morrendo.



Observe um último suspiro

Da doce criatura funérea.

Sangue faltará nas artérias;

Outra alma irá para o retiro.



Partiu triste após suspirar;

Em lágrimas deixou sua matéria;

Em lágrimas todos olhavam



O último suspiro arriscar

A pobre alma que sucumbia

Em meio a olhos tristes que choravam.

morbida ilusão

Meu pecado foi o esquecimento
Minha vida uma grande ilusão
Nos seus olhos encontrava paixão
Agora não resta um perdão

A vida era meu gozo
Agora só me resta desgosto
Virei escravo te teu olhar
Devoto a te adorar

Teus lábios já encantam
Com uma cor rubra e marfim
E do castanho de teus olhos
Já me vejo aprisionado

Me encontro sem perdão
Só um poeta abandonado
Esperando o funeral
Dessa mórbida ilusão

Só me resta o coração apaixonado
E lágrimas abandonadas
Buscando teu perdão.

cravos para minha alma

Olhando-me no espelho
Percebo vários pelos em minha face
Percebo meu rosto pálido
Meus olhos fundos

Fiquei tanto tempo isolado
Perdido no tempo
Frustrado profundamente
Longe de um mundo que já não me pertence

Os sinos tocam ao longe
Bons cristãos vão a missa aos domingos
Enquanto minha alma invalida
Fica no escuro praguejando minha solidão

Sepulto minha alma
Aqui já falecida
Mesmo em vida

Sem sentir o ardor das chamas
Ou o perfume dos cravos

Sem o calor do meu amor
Sem o perfurme da minha amada

Sem o amor
Da minha garota
Que tanto amei sem ser amado

terça-feira, 31 de março de 2009

meu anjo.

Se amar é uma dadiva
então sou um ser excluído
sozinho e perdido
sem rumo e nem carinho
busco então um sentimento
quase que perdido.....
Ás vezes fico na solidão
e ninguém me estende a mão,
mas olhem só,um anjo veio me salvar
desta melancolia,um ser belo,nobre,
delicado,amoroso e maravilhoso,
Seu nome irei revelar,tem um
nome simples é verdade,mas os
anjos são seres simplismente indecifráveis
e é como te vejo meu Anjo de luz,teu nome.....
nem quero saber pois para mim teu nome não importa o que importa é a felicidade que
tu me trouxestes,é o teu coração que aquece minha alma sombria,
É o teu sorisso que me anima
Tuas palavras que me dão alegria
Sua voz que mais parece melodia
E teu olhar que me faz querer sonhar
Fico grata por você existir
E ainda mais por ter você em meus braços
Obrigada meu querido e doce Anjo
Você sempre será meu eterno anjo sublime
e simplesme único...........

goticismo


Gótico, em primeiro lugar, significa: relativo aos godos, uma confederação de tribos germânicas que invadiu o império romano durante o séc. III d.C. e foram os primeiros povos germânicos a se converterem ao cristianismo. A primeira distorção do adjetivo data da renascença. Os italianos achavam que a arte clássica, que admiravam e procuravam reviver, fora corrompida na idade média pelos cristãos. Assim sendo, fizeram dos godos seu bode-espiatório e taxaram pejorativamente toda arte medieval (cristã), de gótica, ampliando assim o sentido da palavra.

Durante os séculos em que foi moderna, a arte gótica era conhecida sob o nome de "opus francigenarum", o que significa "obra francesa" e indica bem a sua principal origem. Entretanto nos séculos XV e XVI com a Renascença e o entusiasmo pela antiguidade clássica, passou-se a considerar a Idade Média como uma época bárbara e obscura. Como os godos eram os bárbaros mais conhecidos, o estilo passou a se chamar gótico, ou seja, bárbaro por excelência, alcançando um sentido pejorativo e de profundo desprezo.

A arte gótica era muito conhecida pela arquitetura arrojada, o que permitia aos seus construtores erigirem castelos e fortalezas mais fortes e resistentes de que os de outras civilizações da época. Estes castelos, mansões e fortificações era palco de histórias e lendas, muitas ligadas ao místico e sobrenatural. Ao final do séc. XVIII, eles foram visitados por uma nova estirpe de habitantes. Eram poetas, escritores, ocultistas e sonhadores. Nas sombras eles produziam obras imortais como Frankenstein, O Corvo, As Flores do Mal, Drácula e outras.

Este é o mundo dos góticos, sombrio e languidamente romântico.
Uma eterna busca, guiada pela noite e seus mistérios.
 
©2007 '' Por Elke di Barros